segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Imerso legado
E quando ele se foi
Branco se fez o papel
Destecido os horizontes daquela mulher
Da janela avistou murchas as flores
O horizonte em desencanto
Da chaminé somente as cinzas
O vazio transbordou
Tudo que cala aquele opaco olhar
Bebeu mais um gole
E no deserto encontrou torcidas gotas
A tempestade inundou a lucidez rasa
Num trago inspirou toda fantasia que lhe aspirava
Para iludir toda a ilusão que lhe restava
Galgando o legado, esse, de sua ressaca
O alimentou, como se o próprio intitulasse sua calmaria
E Acreditou dar vida
Há todo imenso que dormia..
Por,
Clara Lobo e Luizinho Alves.
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Saber que todos sentem a ausência de alguém,
ResponderExcluirÉ chato,
Mas me dá forças!
Talvez ver que todos perdem suas cores,
Me faz sentir que não sou o único a entristecer no mundo!
Uau. Que parceria, que poema lindo e arrebatador, adoro a linguagem brilhante que usa.
ResponderExcluirclara, estou adorando o seu blog!
ResponderExcluire esse poema tá bonito em especial.
beijinhos, Duda.
aah, gostei muito de encontrar gotas no deserto, da lucidez rasa e sobretudo de alimentar a ressaca!! lindo, clara, essa mulher é mais de uma!!
ResponderExcluirSeguindo aqui moça... gostei do espaço.
ResponderExcluirBeijo grande! :*